PEGADA A DOIS

Publicado: 20 de abril de 2011 em Uncategorized

Havia dois dias que eu a tinha visto, depois de semanas me guardando. Ela me devorava com os olhos e direcionava seu desejo em direção ao meio das minhas pernas. Mordia os lábios e passava as mãos pelo corpo, até alojar a mão direita em cima do seu sexo, por sobre o short ultra-apertado.
Me aproximei dela rapidamente, com urgência. Ela já foi me agarrando e colando a sua boca na minha. Podia sentir que ofegava com volúpia. Se esfregava no meu corpo e serpenteava no meu pênis com o seu sexo. Senti o cheiro de umidade e de boceta no ar.
Ela arrancou minha camisa de botões, me empurrou em direção ao sofá e sentei. Ela sentou sobre mim e já foi tirando a blusa de cotton, os seios, fartos, pularam no meu rosto e senti um leve perfume de almiscar no ar, minha boca colheu o bico de um seio enquanto uma das mãos acariciava o outro. Ela gemeu e passou a lamber o meu pescoço. Senti um arrepio e o meu pênis queria sair da calça de tão ereto que estava. Ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
“Vontade de chupar gostoso esse pau. Ter ele inteiro na minha boca, deslizar pelos meus seios e esfregá-lo no meu clítoris. Você quer isso?”, perguntou.
Olhei com desejo para ela e balancei a cabeça positivamente, então peguei seu pescoço e puxei a sua cabeça para minha direção. Lasquei um beijaço e suguei a sua língua. Ela mordeu meus lábios e logo tomou a iniciativa de tirar toda a roupa e pediu para que eu fizesse o mesmo.
Rapidinho ela ficou nua na minha frente e fez cara de devassa. Não aguentei, a agarrei em pé e deslizei minhas mãos por todo o seu corpo.
Ela me empurrou para um canto de parede e fiquei “acuado”, ela se ajoelhou na minha frente, pegou o meu pau e massageou lentamente, em seguida já foi engolindo e chupando com gosto. Ela passeava a sua língua em volta da glande e depois o colocava inteiro na boca, sugava com gosto e me olhava com desejo. Eu podia sentir minhas pernas bambear, até que depois de um tempo sentindo o prazer da sua boca, a levantei e a coloquei no sofá, abri suas pernas e cai de boca na sua boceta. Chupei bem gostoso, com a língua abrindo os pequenos lábios e fazendo pressão no clítoris, sugando bem suave… Ela gemia, gemia e pedia mais…
“Me chupa… Chupa mais, bem gostoso”.
Eu obedecia e sentia o seu suco na minha boca. Quase doce de tão tesudo que estava. Logo me ergui e coloquei o meu pau na abertura da boceta dela… Ela cruzou as pernas em minha volta e me puxou. Eu introduzi meu pau bem gostoso e ela gemeu alto. Jogou a cabeça pra trás e os cabelos espalharam. Ela sorriu e meu olhou compenetrada.
“Mete… Mete… ”
Eu meti lentamente… E fui acelerando o movimento de vai e vem. Ela estava molhada, muito molhada e tudo parecia fácil, saboroso e podia sentir o corpo dela me sugando.
Safada… Carente… Animal… Quente… Febril… Entregue… Ela arranhava minhas costas, puxava minha boca e contraia sua boceta, apertando o meu pau enquanto eu metia com gosto. Ela tinha pegada e mordicava uma das minhas orelhas.
“Seu safado, me fode bem gostoso assim. Isso, me fode gostoso”.
Sai de cima dela e deitei no sofá. Ela subiu em cima de mim, encaixou meu pau na entrada da buceta e passou a esfregar. Logo me deixou penetrar e ela, como uma amazonas, passou a cavalgar. Deixava os cabelos cair sobre o meu rosto e podia sentira a maciez da sua pele esfregar nos meu pelos. Era uma sensação de desejo e provocação incrível. Ela respirava ofegante e me falta ar. A boceta dela sugava meu pau, esfregava e fazia movimentos circulares que me enlouqueciam de prazer e tesão. Podia gozar ali, naquele momento, mas me segurei. Queria comê-la mais, sentir o seu corpo dominar o meu e me deixar ainda mais feliz.
Ela entendeu meu sinal e depois de ficar cavalgando um tempo levantou, ficou de quatro na minha frente e pediu para penetra-la por trás. Me posicionei e coloquei meu pau na sua boceta e fui encaixando, penetrando devagar.
“Devagar, empurra devagar”, me disse jogando a cabeça pra trás.
Empurrei devagar e a penetrei, mexendo com cuidado e sentindo cada milímetro de penetração. A boceta estava molhada e o meu pau muito duro, parecia um pedaço de ferro.
Ficamos nessa posição por um tempo enquanto eu bombeava por trás. Ela gemia, gritava e pedia mais. Estávamos suados e tanto meu corpo quando o dela estavam trêmulos.
Era puro tesão.
Ela mexia e rebolava com gosto. Eu metia bem gostoso até que senti que não podia aguentar tanto. Logo falei pra ela que ia gozar.
“Goza porra, goza… Despeja seu leite em mim… Goza amor”.
Eu aumentei a intensidade dos movimentos e ela rebolava mais, comecei a sentir o prazer em estágio extremo, prestes a explodir. Não aguentei e gozei. Esporrei nas costas dela. Ela gemeu alto e se jogou pra trás. Colocou seu corpo no meu e a abracei, beijando com desejo o seu pescoço. Ela estava lânguida e eu satisfeito, cansado, mas bem.
Ela sorriu pra mim com gosto e me encarou com ternura.
– Tava morrendo de saudade de você.
Eu respondi:
– Percebi e retribui com todo meu amor.
Ela me abraçou com força e sussurrou.
– Eu te amo.
Dei um sorriso de satisfação plena e a colhi nos meus braços.
– Também.

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COZINHA SEX

Publicado: 22 de agosto de 2010 em Uncategorized
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Eu não esperava visitas, mas a campainha tocava insistentemente. Era domingo, quase 12 horas e estava sozinho no apartamento. Olhei pelo olho mágico e ainda com a vista um pouco embaçada notei que era Nívea, minha amiga mais querida. Ela tava com um baita sorriso na boca e quando abri a porta ele parecia mais expansiva.
– Oieeee, vim fazer o teu domingo mais alegre. – Disse parecendo uma menina.
Ela tinha acabado de sofrer uma desilusão amorosa e tinha se apoiado em mim para conversar e fazê-la esquecer, ou ao menos tentar, distrair até deixar de lado o carinha que lhe deixou triste.
– Nossa, nem esperava você, mas… Puta que los pariu, recebo com o maior prazer. Entraí.
Ela entrou e estava uma graça. Vestida com um shortinho jeans, camiseta branca, uma sandália branca, com detalhes florais. Ela adentrou e deixou um perfume suave. Eu estava de cueca Box preta e uma camiseta com os dizeres do Ramones.
-Você tá bonitinho assim… O que tem pra comer? To morrendo de fome é já é hora do almoço, heim, o que tem aí?
Me toquei que era meio dia e realmente tinha que fazer o almoço.
– Não sei, deixa eu me vestir e vamos fazer o almoço.
– Não precisa vestir nada não, tá bom assim. Vamos fazer o almoço.
Suspirei fundo, olhei para ela e parecia diferente. Me olhou de modo safado. Estranhei, pois nunca havíamos tido liberdade para isso, mas, enfim, foi uma impressão.
– E aí? O que temos para fazer? – Perguntou ela já colocando o avental.
Entrei na onda e fui pegando algumas coisas na geladeira.
– Vamos fazer um macarrão com molho vermelho e azeitonas?
Ela me olhou, colocou a língua fora da boca e umideceu os lábios bem devagar.
– Que delícia… Uma vontaaaaade… – Disse lânguida.
Tirei tomates, cheiro verde, pimentinha de cheiro, molho de tomate, catchup e um pouco de lingüiça. Da estante puxei algumas ervas e um pacote de espaguete. Ela ficou olhando me vendo colocar tudo isso em cima da bancada, próximo ao fogão.
– Acho que temos tudo aqui. – Disse já lavando as mãos.
Ela suspirou, pegou tomates, uma faca e começou a picar bem devagar e de vez em quando me olhava diferente.
Coloquei a panela com água no fogo e derramei um fio de azeite. Eu a olhei com outros olhos quando percebi que ela estava usando uma calcinha cavada e bem marcada na sua bunda. O short era muito apertado e ela tinha as coxas grossas e lisinhas.
Ela então pegou uma azeitona e me chamou pra perto dela.
– Vem cá, vem. Prova aqui…
Cheguei perto e ela colocou a azeitona na minha boca bem devagar. A encarei e ela deu um sorriso de canto, juntou o tomate picado e colocou num refratário.
– Tá quente aqui, deixa eu tirar esse avental que não está ajudando.
Ela então tirou o avental e eu percebi que estava sem sutiã, pois os bicos dos seios estavam duros e se sobressaíam sob a camisa. Senti um arrepio.
Ela voltou para o balcão e cortou a pimentinha de cheiro e o cheiro verde, colocando tudo no mesmo refratário dos tomates picados. Eu fiquei ali perto e senti que o meu pau estava tendo uma reação que eu não queria naquele momento, mas pela primeira vez sentia uma atração sexual latente pela Nívea. Ela era minha amiga, mas sempre mantive uma linha de conduta correta com ela, mas agora eu sentia um fogo tomar conta de mim por ela.
Ela então virou para mim e pediu água. Peguei um copo e entreguei para ela. Nívea encheu e começou a beber olhando pra mim e rindo, num determinado momento ela derramou um pouco sobre o peito, como se fosse um descuido.
– Ooh!
A água caiu sobre ela e molhou a camisa branca. Os seios delas ficaram quase a mostra pela transparência da camisa molhada. Eu fiquei olhando e não acreditando, o meu pau começou a endurecer e ela percebeu o meu mau jeito.
Me olhou com um rosto malicioso.
– O que você tá vendo?
– Seus seios.
– Gosta do que vê?
Fiquei calado olhando para ela e balancei a cabeça positivamente. Ela então colocou as mãos nos dois seios e fez carinho. Senti um frisson no corpo e me aproximei dela. Ela se ofereceu e eu a beijei com força, esfregando os meus lábios nos dela. Imediatamente estávamos chupando língua e beijando com vigor.
Ela pegou meu pau sobre a cueca Box com uma das mãos e me esfreguei nos seus seios. Ela puxou sua camisa e ficou nua da cintura pra cima. Não resisti e a coloquei sentada em cima do balcão, me aproximei e comecei a sugar os seus seios, alternando entre um e outro.
Ela arfou com força e comprimiu minha cabeça contra os seios enquanto agarrava meus cabelos com uma das mãos. Ela abaixou a sua cabeça e passou a morder a minha orelha com carinho e introduzir sua língua, a boca esfregava pelo meu pescoço e sentia um frisson, arrepio de tesão que me deixou acesso o suficiente para querer subir em cima do balcão e penetrá-la ali mesmo.
Antes que prosseguisse fui até o fogão e o desliguei, não queria provocar nenhum desastre na cozinha.
Voltei rapidamente,  ela sentiu o meu entusiasmo e me freou um pouco com uma proposta interessante.
– Vamos brincar com as coisas que você tem na geladeira… Brincar de forma saborosa…
– Como assim? – Perguntei.
Ela deu um sorriso safado.
– Use a imaginação meu bem.
Fui até a geladeira, abri e me deparei com uma caixa de leite condensado, geléia de morango, uma garrafa de suco de amora, uma caixa com morangos e uma Ice. Ela me olhou e balançou a cabeça positivamente.
– Traga o que tiver de bom aí para brincarmos de sabor no corpo.
Eu então entendi e adorei a idéia.
Fui até ao balcão com o que pude levar e ela desceu, ficando na minha frente. Pelo fato de ser mais baixa, me encarou de baixo pra cima, pegou a caixa de leite condensado, colocou um pouco no dedo indicador e esfregou em sua boca, logo me olhou com desejo e me tascou um beijo de língua maravilhoso. Literalmente chupamos boca com boca e sentindo um sabor doce e lácteo sobre nossos lábios.
Ela então abaixou o short devagar e ficou só com uma calcinha branca de algodão muito cavada. A visão que nós homens temos das mulheres em roupas íntimas vista de cima para baixo é algo delicioso, erótico e provocante. Até as magras ficam mignon, tudo encorpado, coxas torneadas, aquele triângulo invertido entre as pernas ganha uma dimensão libidinosa. A barriga levemente proeminente, mas a cintura pequena e os seios médios, empinados. Poderia ficar um tempo admirando o seu corpo e me masturbando antes de qualquer ato.
Eu abaixei a cueca e o meu pau, duro feito ferro encostava na pélvis dela, ela o pegou com uma das mãos e o esfregou levemente sobre os seus pelos pubianos até colocá-lo sobre a abertura da boceta. Em contato com os grandes lábios ela esfregou com delicadeza, até aprofundar levemente o toque da glande e comprimi-lo sobre o seu grelo, entumescido e duro. Ela gemeu.
Então pegou a geléia de morango, colocou em uma das mãos e esfregou em toda extensão do meu pau, apertava e alisava. Besuntava-o com bastante geléia. Estava geladinha e dava uma sensação estranha, mas excitante.
Ela então se ajoelhou e me olhando com tesão começou passando a língua no meu pau, circulando-a sobre a glande e descendo com cuidado. Delicada. Deu um suspiro e abocanhou com gosto, meteu até a metade da sua boca e começou a sugar com força, enquanto a mão apertava a base. Ela chupava e lambia com gosto, tirava toda a geléia dele e a sua boca estava molhada, saliente. Eu olhava para ela e via que os seus olhos estavam virados, com tesão. Ela chupava e gemia baixinho.
– Delícia de pau.
Ela ficou um tempo sugando e ia da base até a cabeça e circulava a boca. Eu me segurando para não gozar e fazia carinhos na sua cabeça, puxando levemente o cabelo. Ela então levantou e veio até a minha boca me beijar. Não fiz de rogado e grudamos nossos lábios. Sentia o cheiro de sexo impregnar a cozinha e tudo parecia novidade. Ela voltou ao balcão e sentou. Abriu as pernas para mim e pegou a caixa de morangos.
– Sua vez de usar sua imaginação. – Me disse com os olhos provocantes.
Arranquei o plástico da caixa e me aproximei dela que estava deitada sobre o balcão e com as pernas abertas. A boceta, depilada, molhada, era uma tentação inconcebível para o meu pau duro e peguei um dos morangos. Aproximei meu rosto da boceta dela, lambi aa pélvis e desci com a língua até a boceta, abri devagar para sentir o gosto do suco dela. Chupei o grelinho, já duro e ela gemeu forte. Com o morango e passei a esfregar no grelo e descer pelos pequenos lábios molhados. Esfregava com força, o cheiro da fruta se misturava com o sexo dela e aquilo estava me deixando louco. Ela me olhava com volúpia e tesão.
– Esfrega…. Vai, esfrega… Bem gostoso…
Então com o morango molhado com o suco dela eu comi um pedaço e mostrei a ela como estava saboreando o pedaço que tirei. Ela comprimiu os lábios.
– Me chupa bem gostoso. – Pediu.
Comi o resto do morango e colei a minha boca na sua boceta. Comprimi os meus lábios nos pequenos lábios e deixei minha língua sobre o seu grelo, brincando, esfregando e comprimindo com força. Depois sugava e mordiscava. Ela gemia, pegava minha cabeça com as duas mãos e a esfregava. As pernas tentavam entrelaçar minhas costas e ela gemia alto.
Subi em cima do balcão de vez. Não agüentei o tesão. Ela me olhou com desejo.
– Me come, vem… Mete esse pau gostoso. Me come.
Me posicionei em cima dela e deixei o meu pau em cima da boceta dela. Rebolei devagar deixando-o esfregar por toda a extensão da sua boceta. Ela foi se encaixando no meu quadril e entrelaçou suas pernas nas minhas costas. O meu pau foi literalmente sugado pela sua boceta, que o engoliu todo.
– Que boceta safada, já engoliu tudo.
– Ela quer tudinho dentro dela… Vem, me fode.
Passei a meter devagar e sentido o calor vulcânico do sexo dela, passei a meter com força. Ela rebolava com intensidade.
– Mete tudo, mete… – Gritava.
Meti com força e bombava com gosto, sentia toda a extensão da sua boceta. Era uma delícia.
Ela então esticou uma das mãos e pegou o suco de amora. Abriu deixou escorrer um bocado sobre os seus seios e barriga.
– Me chupa os seios… Chupa também…
Enquanto metia forte passei a chupar os seios dela. O gosto da amora veio junto com os bicos dos peitos, durinhos. Lambia um seio e passava para outro, sugava com gosto e retirava todo o suco deles. A pele branca dela estava rosada por causa do suco de amora. Chupei o que era possível e lambia tudinho. Ela gemia e comprimia suas unhas nas minhas costas. Não parava de rebolar um minuto debaixo de mim.
Eu então levantei e desci do balcão. Ela ficou me olhando com cara de pidona.
– Volta aqui… Vem… – Pediu.
– Vamos mudar a posição só isso, vem aqui vem. – Pedi.
Me sentei numa cadeira e fiquei esperando ela. Ela desceu e entendeu o que eu queria. Veio na minha direção colocou os seios no meu rosto novamente, suguei-os. Ela então se posicionou, abriu a pernas sobre o meu colo e encaixou a entrada da boceta no meu pau. Foi entrando devagar até que sentou bem gostoso. Passou então a me cavalgar devagar. A abracei e fiquei mexendo levemente meu quadril, enquanto ela rebolava em cima do meu pau.
Colocou a cabeça no meu ombro e passou a morder o meu pescoço e chupar o lóbulo da minha orelha. E fodia como ninguém, cavalgava com força e gemia. Tava com tesão e dava para sentir sua boceta contrair no meu pau. Sentiu um apertão leve e uma fricção prazerosa na glande. Ela gemia e rebolava mais intensamente, queria gozar e eu sentia que podia acompanhá-la.
Ela me olhou com desejo e começou a me beijar forte enquanto cavalgava, eu ficava chupando a sua língua e me deu um arrepiou quente no estômago, ia gozar também. Ela gemeu mais alto e tirou o meu pau pra fora, esfregando o grelo direto nele.
– Gostoso… Que gostoso… Vou gozar, vou gozar… Aaaah caralho… Bom demais. – Disse ela.
– Goza … Goza que vou gozar também… Goza!
Senti a cabeça do meu pau latejar e não agüentei, esporrei. Gozei como há muito tempo não gozava e ela veio junto, esfregando a boceta no meu pau com força até suspirar profundamente e o seu corpo estremecer. Ela jogou a cabeça pra trás, com os olhos fechados, suspirou novamente e se deixou cair sobre o meu corpo, encostando a sua cabeça no meu ombro.
– Boooom. Muito bom. – Disse ela, com um sorriso no rosto.
Não demorou muito, ela se levantou, me olhou com satisfação e fomos ao banheiro tomar um banho juntos.
– Depois do banho a gente almoça, tô morta de fome.
– Imagino. Também estou. Pena que o prato principal já comemos. – Disse rindo.
Ela gargalhou e fomos ao banheiro. Teríamos um almoço delicioso e depois um lanche complementou nosso dia. Foi um dia bem longo, mas prazeroso.

Fora do expediente

Publicado: 12 de julho de 2010 em Uncategorized

Final de Expediente – Sala na penumbra, em busca de arquivos.

Ela entrou na minha frente com a sua saia curta e justa, tinha pernas curtas e bem torneadas. O cabelo longo e ondulado vinha quase até a cintura. Eram fartos e tinha uma coloração castanha. Andava com delicadeza e usava uma blusa social de botão, fechado até o pescoço. Eu ia logo atrás acompanhando os seus passos, estava em busca de um documento para verificação e ela foi buscar no arquivo principal do centro administrativo da empresa.

– Não vai demorar muito, a documentação que o senhor quer está em ordem alfabética.

– Tranquilo, mas não precisa o formalismo. Senhor? Hum, não, pode me chamar de Liam.

Ela virou o seu rosto para trás e me fitou brevemente com um sorriso sem graça.

– Sem problema viu, sou seu chefe, mas dispenso o formalismo.

– Tudo bem.

Chegamos a um grande armário cheio de gavetas, ela puxou uma delas e deu início a sua procura, inclinou o seu corpo para frente e empinou sua bunda para trás, usava um salto italiano muito charmoso e devasso em imaginações na cor creme e chocolate.

Arrumei minha gravata e me posicionei atrás dela aguardando sua busca, comecei olhá-la com um pouco mais de ousadia perniciosa. Era muito, muito atraente. Os cabelos caíam para frente e ela deixava um pequeno corte na parte de trás da saia se sobressair diante da posição e poderia ver até a parte interna da coxa até o início das nádegas. Muito sexy. Utilizava meia-calça e notei que tinhas as pernas lisinhas, encorpadas em músculos e maciez.

Ela então se levantou e trouxe uma pasta consigo.

– Achei, olha aqui Liam.

Eu olhei diretamente nos olhos dela, castanhos escuros. A boca semi-aberta, com batom rubro e brilhante, senti o perfume cítrico tomar conta das minhas narinas com mais intensidade. Ela deu um sorriso agradável e sedutor.

– Obrigado Samanta!

Ela então arregalou os olhos quando falei.

– O que foi?

Ela ficou um pouco sem graça.

– O senhor… Digo, você sabe o meu nome…

– Claro que eu sei. – Disse intrigado.

– Não, é que… Bom, são tantas garotas trabalhando aqui que pensei que você não soubesse.

Eu sorri.

– Bom, você é uma das secretarias do 1º andar e sei que trabalha com a Roberta, da administração.

– Isso mesmo.

– Olhe, eu sou da mídia corporativa da empresa e vez ou outra passo pela sala da Roberta e já vi você por lá.

– Ah, mas até saber o meu nome.

Sorri de novo, ela era uma graça.

– Eu perguntei.

Ela ficou sem jeito e me olhou de baixo pra cima. Parecia uma adolescente. Que graça.

– Perguntou? Desculpe o abuso, mas por que?

Eu fiquei sem graça agora, mas sou direto.

– Porque achei você muito bonita e muito atraente.

Ela me olhou curiosa e abriu um grande sorriso. Acabei criando uma tensão sexual que esquentou minha pélvis rapidamente. Se é que isso é possível. Ela fez um charminho com os cabelos que caíam no ombro esquerdo e tudo pareceu simples.

– Tem namorado?

– Como assim?

– Se você tem namorado? É só uma pergunta.

– Tenho uma pessoa sim, mas não chamaria de namorado.

– Por que?

Ela me olhou com mais atenção direto no meu rosto, de um sorriso de canto.

– Ele é casado.

Senti um frisson na pélvis e a olhei com desejo.

– E você?

– Divorciado, mas tenho um caso com a mulher do meu advogado.

Ela então arreganhou os olhos, parecia assustada, mas foi só no primeiro momento, pois logo sorriu.

– Vai fazer o que hoje? – Perguntei na lata.

– Agora? Bom, o meu expediente encerrou e provavelmente vou para casa.

Me aproximei dela e sem tirar os olhos dos seus ousei um pouco e acariciei os seus cabelos, próximo a têmpora direita. Ela ficou me fitando e senti uma tensão nela. Os lábios carnudos brilhavam com o batom rubro.

– Algo que eu possa fazer para lhe agradar? – Perguntei.

Ela então jogou os cabelos para trás e os olhos me penetraram como lâminas afiadas e longas.

– Que tal tirar a sua roupa e fazer aquilo que deseja?

Senti um calor incomodo subindo do estômago até o peito. O meu pau endureceu e colei ela no meu corpo.

– Só que ao meu comando… Se não eu vou embora e o acuso de assédio sexual.

Parei o ímpeto sexual e ela deu um sorriso.

– Você tá falando sério?

– Sim, mas tudo depende de você…

Ela falou isso e abriu os lábios, se aproximou do meu rosto e senti o aroma do morango da sua boca, junto com o perfume. Aproximei minha boca da dela e nos beijamos de forma gostosa, sem pudor, com os lábios dela se espalhando sobre os meus, eu colocando minha língua em contato com a sua, trocávamos saliva e tudo esquentava, fervia. Sentia o ar entrando com rapidez nos pulmões, era forte. Ela segurava minha cabeça e posicionava a sua cabeça contra a minha, massageando boca com boca.

– Me chupa, engole os meus seios vai… Chupa.

Ela disse isso e foi abrindo a sua blusa, tirou o fecho do sutiã e os seios pularam pra fora. Eram grandes, redondos, com os desenhos das veias riscando nas laterais, os bicos duros e pequenos. Coloquei a boca no seio esquerdo e suguei com cuidado enquanto minha língua passeava pelo bico, fazendo movimentos circulares e apertando-o entre a língua e os dentes, provocando gemidos nela. Cruzei para o seio direito e engoli o bico com gosto e ela com as duas mãos assanhava meus cabelos e segurava minha cabeça contra o seu corpo. Ela gemia e arfava.

Fiquei um tempo sugando os seus seios e num dado momento ela me afastou e ordenou.

– Tira a roupa! Vai, tira logo!

Não contei conversa, tirei os sapatos, meias, calça, paletó, camisa e gravata, coloquei com rapidez em cima de uma cadeira e fiquei nu em pelo. Ela tirou a saia, a blusa e o sutiã, ficando apenas de calcinha, meia calça e os sapatos de salto alto. Era um espetáculo de mulher.

Ela foi até a porta e verificou se havia alguém próximo, no corredor. Mas como já havia passado o horário de expediente, naquele momento somente o zelador e que deveria chegar mais tarde.

Ela voltou pra mim e segurou o meu pau com uma das mãos, acariciando e apertando. Senti um prazer incrível enquanto alisava sua barriga e esfregava por cima da calcinha de algodão branca a sua buceta, com os dedos comprimindo a racha.

– Shiiii, calma, não é preciso pressa. – Ela me disse.

Me jogou no sofá e fiquei sentado com as pernas entre-abertas, o pau em riste. Ela se aproximou, simulou uma dança bem próxima, gesticulou a pélvis e deu uma rebolada. Pegou então uma almofada e jogou no chão. Em seguida se ajoelhou e ficou me olhando com desejo. Ficou acariciando o meu pau com as duas mãos e depois massageou minhas bolas. Senti um tesão enorme e a minha libido estava em alta.

Ela me olhou provocante, pegou meu pau e o enfiou na boca. Com delicadeza, carinho e tesão ela deu início a uma chupada intensa. Engolia até a base, e fazia movimentos circulares com a língua, que ia da raiz até a glande e chupava com volúpia. Eu me aguentava para não gozar na sua boca e acariciava seus cabelos.

Ela ficou longos segundos e que se transformaram em minutos. Em seguida me olhou com desejo e ficou em pé, devagar tirou a calcinha e nua se aproximou de mim. Estava com o corpo muito quente, quase febril. Era depilada e trocamos de lugar, ela sentou na minha frente, abriu as pernas e só me olhou com um sinal de aprovação.

Ajoelhei e, submisso ao seu sexo, senti o cheiro forte do seu mel e logo estava abrindo seu pequenos lábios com a minha língua. Senti o gosto da sua boceta na minha boca e comprimi com força minha língua no seu grelo, que entumescido endureceu. Ela gemeu baixo e a cada chupada que eu dava ela progressivamente aumentava a intensidade dos gemidos. Estava entregue aos caprichos perniciosos da minha língua, que explorava cada milímetro de carne e desejo que transpirava daquela buceta que inchava com tesão na minha boca.

Ela segurava os meus cabelos e esfregava o meu rosto, dizia coisas que não compreendia, mas sabia que estava possessa de tesão. Seus dedos comprimiam com força meu couro cabeludo e havia um misto de dor  (leve) e desejo.

Ela me puxou para cima dela e disse:

– Me come, vai. Me come, me fode com tudo!

Sentei novamente e ela veio por cima de mim. Ficou esfregando o grelo sobre a cabeça do meu pau e ia por toda a extensão da sua boceta, comprimindo pele com pelo, carne com carne. Até que ela, completamente molhada, engoliu o meu pau e começou a cadenciar o seu movimento sobre ele com volúpia e intensa entrega. Eu apertava suas pernas, alisava costas e comprimia meus dedos sobre sua bunda e sentia um tesão incrível, metia com força e sentia toda a extensão da sua vagina comprimindo meu pau com gosto e vontade.

Era loucura pura, sexo gostoso e sacana. Enquanto ela cadenciava o movimento de sua pélvis eu sugava seus mamilos e mordiscava os bicos dos seus seios. Os cabelos dela caiam sobre os ombros e ondulavam a cada movimento de vai e vem mais intenso.

Ela se movimentava e gemia e eu estava quase urrando com tanto tesão. Era uma sensação de prazer que há muito tempo não sentia e ela era intensa, brava no seu intento e eu via em seus olhos e na sua boca sempre úmida pela língua que a molhava constantemente que ela tava gozando.

– Gozando, gozando feito uma louca!

Ela esfregava e encaixava meu pau na sua boceta, depois comprimia com força. Eu aumentei a intensidade do vai e vem, ela gemia, quase chorando. Com os olhos fechados ela comprimia o lábio inferior com os dentes e não parava nem um minuto de mexer. Segurei com força sua bunda e comprimi pra dentro da sua boceta o meu pau. Ela gemeu alto.

Quando senti que ia gozar tirei o meu pau para fora. Ela, cansada ficou aguardando meu gozo deitada sobre mim. Em segundos dei golfadas sobre uma das suas coxas e gemi com prazer.

Ela me olhou e deu um puta sorriso sacana. Logo levantou, pegou toda sua roupa e foi até o banheiro. Eu fiquei ali, prostrado e imaginando que mulher era essa. Que loucura foi aquela que havíamos acabado de fazer.

Ela voltou vestida e como se nada tivesse acontecido.

Levantei e foi a minha vez de pegar minhas vestes. Samanta sorriu e disse que já ia embora.

– Você não quer que eu te leve para casa?

Ela balançou a cabeça negativamente e completou.

– Não, eu tenho alguém que já cuida disso pra mim. Boa noite e obrigado pelo serão agradável.

Sem mais nada a dizer ela então saiu e foi embora. Eu fiquei olhando sem reação e imaginei quando teria outro encontro desse.   Meu melhor encerramento de expediente na empresa. Fui me vestir.

Hello world!

Publicado: 21 de junho de 2010 em Uncategorized

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